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“Ficarei conhecido por derrubar dois presidentes do Brasil”, diz Cunha

“Ficarei conhecido por derrubar dois presidentes do Brasil”, diz Cunha

Para quem pensou que tudo iria se “acalmar” depois da votação do impeachment de Dilma Rousseff pelo plenário do senado da República, no final do mês de agosto, o Cristalvox lamenta informar: O “trator” chamado Eduardo Cunha  vai abrir uma enorme “trincheira” na base parlamentar de Michel Temer.  Ele já ligou o motor e começa a fazer barulho.
A coluna Radar da revista Veja deste sábado, 23 de julho publica:
“Um interlocutor de Eduardo Cunha saiu apavorado de uma conversa recente com o político. Bem ao seu estilo, que mistura megalomania e ameaças, o ex-presidente da Câmara cunhou uma frase de efeito: “Ficarei conhecido por derrubar dois presidentes do Brasil”.
Ou Eduardo Cunha está “blefando”, tentando fazer medo, numa luta desesperada para ser “salvo” no plenário, ou perdeu completamente a razão. Prefere destruir o país a se resignar, aos moldes de Roberto Jefferson para, no futuro, voltar a cena política com uma repaginação da sua atuação parlamentar.
Coluna Radar Veja
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Eduardo Cunha renuncia e chora ao citar família

Eduardo Cunha renuncia e chora ao citar família


O deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) anunciou nesta quinta-feira (7) a decisão de renunciar à presidência da Câmara, cargo do qual ele estava afastado desde maio, por decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que o suspendeu do exercício do mandato. Ele não renunciou ao mandato.

Cunha leu, com a voz embargada e lágrimas nos olhos, uma carta de renúncia no Salão Nobre da Câmara.
Ele se emocionou ao citar a família. 

O deputado demonstrou emoção ao falar das acusações contra sua mulher e filha, também investigadas pelo uso de contas na Suíça suspeitas de terem recebido propina do esquema de corrupção na Petrobras.
Segundo Cunha, seus opositores utilizaram as suspeitas contra sua família "de forma cruel e desumana, visando me atingir", disse. A mulher dele, Cláudia Cruz, se tornou ré num processo criminal sobre as contas suíças aberto pelo juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na 13ª Vara Federal de Curitiba.
O deputado voltou a afirmar sua inocência nas acusações contra ele.
"Quero reiterar que comprovarei minha inocência nesses inquéritos. Reafirmo que não recebi qualquer vantagem indevida de quem quer que seja", disse.
No pronunciamento, Cunha fez uma breve retrospectiva de seu mandato na Presidência da Câmara e ressaltou sua decisão de ter aberto o processo de impeachment da presidente afastada, Dilma Rousseff.

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Urgente! Juiz Sergio Moro no STF?

Urgente! Juiz Sergio Moro no STF?


Segundo a coluna Radar da revista veja informa que Michel Temer foi aconselhado a arrumar uma vaga para Sérgio Moro no STF e que esse seria um sonho do juiz. Se não acabarem com o foro privilegiado, pode ser uma boa ideia.


Mas o STF quer evitar "novos Moros"

O Radar diz que o STF apoia Dias Toffoli na revogação da prisão de Paulo Bernardo pois vê no episódio uma oportunidade de impedir o surgimento de "novos Moros".
É exatamente o que O Antagonista disse ontem quando noticiou que a segunda turma vai referendar a decisão de Toffoli, caso a PGR recorra.
Um ministro do Supremo usou, inclusive, a expressão. "Outros juízes no país querem mimetizar o Moro, mas isso acaba provocando alguns excessos indesejáveis."
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Correios na falencia e o Governo Temer vai cobrir roubo bilionário deixado pelo PT

Correios na falencia e o Governo Temer vai cobrir roubo bilionário deixado pelo PT

A constatação de falência da estatal foi feita pelo novo presidente dos Correios, Guilherme Campos, em entrevista à Revista Veja e ao jornal Estadão. O rombo deixado pela roubalheira generalizada e pelo caos administrativo na última década pode ter comprometido, em definitivo, a histórica Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.
Nos últimos três anos, os Correios estão registrando sucessivos prejuízos, mas as contas estavam aparentemente maquiadas e o rombo é bem maior do que fora apresentado nos balanços de 2013 e 2014, quando registrados saldos negativos de R$ 313 milhões e R$ 20 milhões, respectivamente. A prévia do balanço de 2015 já aponta um prejuízo estratosférico de R$ 2,1 bilhões.
Em dezembro, a então presidente Dilma Rousseff autorizou um aumento de 8,89% nas tarifas. Mas, nem chegou perto de ajudar amenizar o rombo. Agora, o presidente em exercício Michel Temer acaba de autorizar novo aumento de 10,64% em todos os serviços monopolizados pelos Correios. O efeito será apenas paliativo.
A informação oficial é de que o rombo deverá ser coberto pelos cofres públicos dos otários nacionais pagadores de impostos. Para tentar sobreviver — você leu corretamente: “tentar sobreviver” —, os Correios estão pedindo um socorro imediato de R$ 6 bilhões ao Tesouro Nacional.
Sob o mesmo viés, a partir desta quinta-feira, 30 de junho, e pelos próximos 25 anos — isso mesmo: 25 anos! —, os 76 mil funcionários, aposentados e pensionistas dos Correios terão 17,95% confiscados de seus rendimentos para cobrir o rombo do Postalis, estimado atualmente em R$ 5,6 bilhões.
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Presidente Michel Temer orienta ministros a concluírem obras em andamento

Presidente Michel Temer orienta ministros a concluírem obras em andamento

O presidente em exercício Michel Temer determinou, nesta segunda-feira (27), que os ministros da área de infraestrutura priorizem a conclusão de obras que já estão andamento. O pedido foi feito durante reunião com o núcleo no Palácio do Planalto. 
O ministro das Cidades, Bruno Araújo, destacou que a orientação do presidente irá beneficiar os brasileiros que aguardam a conclusão de obras importantes em todo o País. 
"Esse será o principal foco de planejamento, de organização dos ministérios, no sentido de preservar os recursos dos brasileiros que já estão aplicados e precisam ter a sua efetividade com as obras entregues", disse. 
Araújo citou como exemplo as obras do Minha Casa Minha Vida que foram retomadas na última semana, após terem sido paralisadas devido à má gestão de recursos e falta de planejamento do governo afastado:
"O Minha Casa Minha Vida, na fase 1, nós temos mais de 70 mil unidades que foram paralisadas e foram retomadas na última quinta-feira 5 mil (unidades). Nós estamos retomando de acordo com a disponibilidade orçamentária."
Além dos ministros, também participaram da reunião a líder do governo no Congresso, senadora Rose de Freitas (PMDB-ES), o líder do governo no Senado, senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), e o líder do governo na Câmara, deputado André Moura (PSC-SE). 
Segundo Moura, os parlamentares pediram aos ministros que enviem ao Congresso semanalmente os relatórios das ações executados para que sejam discutidas e tenham o apoio nas duas Casas. 
"Muitas dessas ações que foram definidas, que serão implementadas a partir de agora, depois dessa reunião, muitas delas cabem também ao legislativo. Matérias que vão chegar ao parlamento, que a gente espera poder contribuir para o país apesar do momento difícil, de instabilidade que nós atravessamos na Câmara no momento."
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