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Crise em Roma: Papa vai renunciar!

Crise em Roma: Papa vai renunciar!

“A crueldade não cessou em Auschwitz e em Birkenau. Hoje, hoje se tortura”, afirmou o papa Francisco, nesta sexta-feira (29), poucas horas depois de sua histórica visita ao campo de extermínio nazista na Polônia, o qual percorreu sem pronunciar uma única palavra.
“Não quero deixá-los tristes, mas tenho de dizer a verdade. A crueldade não cessou no mundo, tenho vontade de renunciar ao cargo papal ”, disse o pontífice, ao se aproximar da janela do Palácio Episcopal da Cracóvia para saudar grupos de jovens que participam da Jornada Mundial da Juventude.
“Hoje se tortura, muitos são torturados para que falem. É terrível. Muitos homens e mulheres vivem como animais em prisões superpopulosas. Essa é a crueldade de hoje”, lamentou.
“Vi a crueldade de 70 anos (…) Hoje, em muitos lugares que estão em guerra, acontece o mesmo”, reiterou.
Durante sua visita de quase duas horas aos campos de extermínio nazista, o papa argentino não pronunciou qualquer discurso e se reuniu com dez sobreviventes, assim como com 25 “Justos das Nações”, pessoas que salvaram judeus durante a Segunda Guerra Mundial.
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Eduardo Cunha renuncia e chora ao citar família

Eduardo Cunha renuncia e chora ao citar família


O deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) anunciou nesta quinta-feira (7) a decisão de renunciar à presidência da Câmara, cargo do qual ele estava afastado desde maio, por decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que o suspendeu do exercício do mandato. Ele não renunciou ao mandato.

Cunha leu, com a voz embargada e lágrimas nos olhos, uma carta de renúncia no Salão Nobre da Câmara.
Ele se emocionou ao citar a família. 

O deputado demonstrou emoção ao falar das acusações contra sua mulher e filha, também investigadas pelo uso de contas na Suíça suspeitas de terem recebido propina do esquema de corrupção na Petrobras.
Segundo Cunha, seus opositores utilizaram as suspeitas contra sua família "de forma cruel e desumana, visando me atingir", disse. A mulher dele, Cláudia Cruz, se tornou ré num processo criminal sobre as contas suíças aberto pelo juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na 13ª Vara Federal de Curitiba.
O deputado voltou a afirmar sua inocência nas acusações contra ele.
"Quero reiterar que comprovarei minha inocência nesses inquéritos. Reafirmo que não recebi qualquer vantagem indevida de quem quer que seja", disse.
No pronunciamento, Cunha fez uma breve retrospectiva de seu mandato na Presidência da Câmara e ressaltou sua decisão de ter aberto o processo de impeachment da presidente afastada, Dilma Rousseff.

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