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Bolsonaro é eleito o político mais honesto do mundo em 2016.

Bolsonaro é eleito o político mais honesto do mundo em 2016.

Fundação Transparência Política Internacional apontou o deputado federal Jair Messias Bolsonaro como o político mais honesto do mundo. Barack Obama está em segundo lugar o presidente da França François Hollande.
Pesquisa realizada entre os meses de julho a setembro de 2016 avaliou a percepção do eleitorado sobre os representantes eleitos nos países que compõem o G20 (grupo dos 20 países mais desenvolvidos economicamente). O que mais chamou a atenção dos pesquisadores é que em todos os países o político referência para a população foi o presidente eleito, no Brasil a figura de maior autoridade moral foi um deputado federal.
Top Five da Honestidade Mundial tem o brasileiro Jair Messias Bolsonaro na primeira colocação e na sequencia conta com Barack Obama (EUA), François Hollande (França), Maurício Macri (Argentina), Theresa May (Renino Unido).
Perguntado pela reportagem da FOLHA sobre a razão de não ter feito nenhuma postagem em suas redes sociais sobre o título de político mais honesto do mundo, o deputado federal Jair Bolsonaro surpreendeu ao dizer que “não fiz postagem porque este título não tem a menor importância pra mim. Ser honesto não é nenhum favor que eu faço pra ninguém. Ser honesto é o dever que minha consciência me obriga”.
No Brasil a pesquisa da Fundação Transparência Política Internacional pesquisou três mil eleitores com idades entre 16 e 56 anos nas cinco regiões do Brasil. Na pesquisa cada entrevistado respondia a uma pergunta aberta: Em sua avaliação, qual o político brasileiro mais honesto da atualidade?
Para 68,3% dos brasileiros o deputado federal Jair Messias Bolsonaro é o político mais íntegro da atualidade. Obama teve 52,3% de votos, François Hollande 49,8%, Maurício Macri 41,9%, Theresa May 38,4%.
Site esquerdista faz calunia Jair bolsonaro:


Eduardo Bolsonaro Me chama de Ladrão



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Documentos da Odebrecht listam mais de 200 políticos e valores recebidos

Documentos da Odebrecht listam mais de 200 políticos e valores recebidos

Atleta (Renan Calheiros, PMDB-AL), Escritor (José Sarney, PMDB-MA), Caranguejo (Eduardo Cunha, PMDB-RJ), Nervosinho (Eduardo Paes, PMDB-RJ), Cacique (Romero Jucá, PMDB-RR), Viagra (Jarbas Vasconcelos Filho, PMDB-PE), Avião (Manuela D'Ávila, PCdoB-RS). É assim, com esses codinomes, que alguns influentes políticos brasileiros são identificados em planilhas da Odebrecht apreendidas pela Polícia Federal em mandados de busca expedidos contra diretor-presidente da construtora, Benedicto Barbosa Silva Júnior, conhecido como BJ, na 23ª fase da Operação Lava Jato.
As planilhas são o mais completo acervo de repasses feitos pelo conglomerado do herdeiro Marcelo Odebrecht a políticos de 18 partidos. A cada nome, o documento da empreiteira atribui cifras. Ainda não se sabe se todos os valores atribuídos aos políticos foram de fato destinados a eles, nem se se trata de doação oficial ou caixa dois, mas é certo que os documentos são uma oportunidade inédita de desvendar os meandros do financiamento eleitoral no país.
O conjunto de listas com anotações sobre destinação de dinheiro a partidos e candidatos mostra a capilaridade da Odebrecht como financiadora de detentores de cargo eletivo. A Polícia Federal ainda não analisou os dados a ponto de concluir se se trata da contabilidade paralela da construtora, conforme revelado pela secretária da Odebrecht e delatora da Lava Jato, Maria Lúcia Tavares.
Entre muitos nomes, são citados nas planilhas: o ex-governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral (PMDB), os senadores José Serra (PSDB-SP), Lindbergh Farias (PT-RJ), Aécio Neves (PSDB-MG) e Humberto Costa (PT-PE), o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), o deputado Paulinho da Força (SD-SP) e a prefeita de Campos e ex-governadora do Rio, Rosinha Garotinho (PR).
A maior parte do material é formada por tabelas com menções a políticos e a partidos.
Várias dessas planilhas trazem nomes, cargos, partidos, valores recebidos e até apelidos atribuídos aos políticos.
Algumas tabelas parecem fazer menção a doações de campanha registradas no TSE. Há CNPJs e números de contas usadas pelos partidos em 2010, por exemplo.
Parte significativa da contabilidade se refere à campanha eleitoral de 2012, quando foram eleitos prefeitos e vereadores. As informações declaradas no SPCE (Sistema de Prestação de Contas Eleitorais, do TSE) desse ano não correspondem às dispostas nas tabelas. Na planilha acima, por exemplo, as siglas OTP e FOZ aparecem assinaladas ao lado de diversos candidatos, mas nem Odebrecht TransPort nem Odebrecht Ambiental (Foz do Brasil) realizaram doações registradas naquela eleição.
Em 2012, a Construtora Norberto Odebrecht doou R$ 25.490.000 para partidos e comitês de campanha e apenas R$50 mil para uma candidatura em particular –a de Luiz Marinho, candidato do PT à prefeitura de São Bernardo do Campo (SP).
Em 2014, a soma de doações da construtora foi de R$ 48.478.100, divididos entre candidaturas individuais e comitês dos partidos. Em 2010, o total foi de R$ 5,9 milhões, apenas para partidos e comitês de campanha.
APELIDOS
Eis alguns apelidos atribuídos aos políticos nos documentos da Odebrecht, vários com conteúdo derrogatório:Jaques Wagner: PassivoEduardo Cunha: CarangueijoRenan (Calheiros): AtletaJosé Sarney: EscritorEduardo Paes: NervosinhoHumberto Costa: DráculaLindbergh Farias: LindinhoManuela D’Ávila: Avião


COPA E LEBLON
A papelada que serve de base para este post foi apreendida por 4 equipes da PF em 2 endereços ligados a Benedicto Barbosa Jr. no Rio de Janeiro nos bairros do Leblon e de Copacabana.
Além das tabelas, há dezenas de bilhetes manuscritos, comprovantes bancários e textos impressos. Alguns dos bilhetes fazem menção a obras públicas, como a Linha 3 do Metrô do Rio.
Um dos textos refere-se, de forma cifrada, às regras internas de funcionamento do cartel de empreiteiras da Lava Jato. O grupo é chamado de “Sport Club Unidos Venceremos”.
O juiz federal Sérgio Moro liberou ontem (22.mar.2016) o acesso ao material apreendido com outros alvos da Acarajé. São públicos os documentos apreendidos com Mônica Moura, mulher do publicitário João Santana, e com o doleiro Zwi Skornicki, entre outros
OUTRO LADO
A  assessoria da empreiteira enviou esta nota: “A empresa e seus integrantes têm prestado todo o auxílio às autoridades nas investigações em curso, colaborando com os esclarecimentos necessários''.
Todos os políticos citados, já procurados por causa de outras reportagens, negam ter recebido doações ilegais em suas campanhas.


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Dilma passa mal após saber detalhes do acordo de delação definitivo da Odebrecht

Dilma passa mal após saber detalhes do acordo de delação definitivo da Odebrecht
Dilma passa mal após saber detalhes sobre o acordo de delação definitivo proposto pela Odebrecht à Lava Jato.

A reação da presidente Dilma Rousseff foi a pior possível, após ter sido informada sobre o acordo de delação premiada proposto ao Ministério Público Federal pela Odebrecht em nome de todos seus executivos, incluindo o ex-presidente do grupo, Marcelo Odebrecht.

A presidente entrou em pânico e precisou ser socorrida às pressas por assessores, que tentaram inutilmente mantê-la calma, após ela ter se inteirado dos fatos. Uma pequena correria chamou a atenção dos seguranças no local. Um dos assessores se apressou e alegou que a presidente havia tido apenas uma queda de pressão provocada pelo jejum, mas já estava tudo bem. Embaraçado, não soube explicar ao segurança do Planalto sobre os copos e jarras quebrados, além de cadeiras viradas na sala.

Dilma já estava nervosa desde cedo e não conseguia esconder sua contrariedade com o fato de apenas três ministros terem comparecido ao seu pronunciamento poucos minutos antes no Planalto, quando fez um duro ataque ao juiz Sérgio Moro, alegou que não renunciaria e garantiu que não haveria golpe.

O acordo de delação dos executivos da Odebrecht, somado ao acordo de delação firmado por Mônica Moura, a esposa de seu marqueteiro de campanha, João Santana, significa a morte dos argumentos usados por Dilma sobre sua inocência no caso, sobre não ter cometido nenhum crime e sobre seu suposto empenho no combate à corrupção.

O fato de João Santana e Mônica Moura terem sido pagos pela Odebrecht com dinheiro roubado não apenas da Petrobras, mas também de obras em pontes, estádios de futebol e até mesmo de hospitais sepulta definitivamente qualquer pretensão de Dilma em preservar sua "pureza".

A equação que deixou Dilma em pânico é bem simples: na prática, ficou comprovado que ela se elegeu com dinheiro roubado do povo e ajuda de gente desonesta, como João Santana e Marcelo Odebrecht. Os fatos permitem ainda outras deduções bastante óbvias.
Foto Ilustrativa
 

Se Dilma contou com a colaboração de gente desonesta e criminosa para orientar sua campanha, significa que nem ela nem sua campanha foram honestas. A comprovação de que todas as mentiras que contou ao povo para se eleger saíram não apenas de sua boca, mas de mentes criminosas que tinham o claro propósito de enganar o povo para se manter no poder.

Assessores tentaram consolá-la, afirmando que o jogo ainda não havia terminado. Após se recuperar, Dilma foi aconselhada a ignorar completamente o assunto sob qualquer hipótese, seja para a imprensa ou mesmo por meio de pronunciamento. O negócio é fingir que nada está acontecendo neste momento em Curitiba.
Dilma acabou concordando que não havia mais anda a ser feito em sua defesa neste sentido e se comprometeu a manter a postura de ataque contra os opositores. 
fonte :Manchette http://www.manchette.com.br/2016/03/dilma-passa-mal-apos-saber-detalhes-do.html
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