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Quem são as supostas “vítimas” do Coronel Brilhante Ustra? Desconstruindo a História muito mal contada !

Quem são as supostas “vítimas” do Coronel Brilhante Ustra? Desconstruindo a História muito mal contada !

Todo mundo já viu essa foto por aí, a esquerda adora usá-la como um simples amontoado de vítimas inocentes que nunca fizeram nada contra ninguém e que perderam suas vidas sem razão alguma, que Bolsonaro defendeu o tal “monstro” que causou todas essas mortes. Será que é assim mesmo? Temos aqui alguns nomes dessa lista e, pelo histórico, você poderá ver que Ustra só fez o seu trabalho. Mas antes, vamos lembrar de duas principais siglas que vão aparecer muito aqui:
VAR-PALMARES: foi uma organização terrorista armada brasileira de extrema esquerda, que atuou durante a ditadura militar brasileira(1964-1985) utilizando-se de tática de guerrilha urbana, visando à instauração de uma ditadura comunista no Brasil. Surgiu em julho de 1969, como resultado da fusão do Comando de Libertação Nacional (COLINA) com a Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) de Carlos Lamarca. Seu nome era uma homenagem ao maior quilombo da história da escravidão. Entre suas ações constam roubo, sequestro e assassinato.
MARMovimento de Ação Revolucionária. Grupo terrorista de extrema-esquerda.
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Passemos às “inocentes” vítimas:
FERNANDO B. DE PAULA FERREIRA: Integrante do grupo VAR-PALMARES, participou do roubo de US$2,5 milhões do cofre do Adhemar de Barros, para tal, mantendo 11 funcionários reféns. Morto em uma troca de tiros no Largo da Banana, em 29/07/1979.
ROBERTO CIETTO: Preso quando passava casualmente em frente à casa que serviu de cativeiro do embaixador Charles Elbrick, no dia 04/09/1969, mesma data do sequestro do diplomata norte-americano, foi levado ao DOI-CODI, onde resistiu apenas algumas horas às torturas. Cietto era militante do MAR e havia fugido do presídio Lemos Brito em maio de 1969.
ALCERI M. GOMES DA SILVA: Membro da VPR, uma das cabeças do atentado que ceifou a vida do Sd. Mario Kozel Filho.
CARLOS E. P. FLEURY: Membro da VPR, um dos seqüestradores do embaixador alemão Ehrefried Von Holleeben, treinou guerrilha na Argélia e em Cuba. Morto em uma troca de tiros no bairro da Guanabara, em 10/12/1971
ANTÔNIO SÉRGIO DE MATOS: Iniciou a carreira no MAR, transferiu-se para a guerrilha urbana da ALN. Morto em 23/12/71, durante uma tentativa de assalto à um comboio militar.
LUIZ HIRATA: Membro da OS, morreu atropelado por um ônibus em 16/12/1971, quando empreendia fuga, à pé, de agentes do DOPS.
ALEXANDRE JOSÉ IBSEN: Ex membro da ALN e guerrilheiro do MOLIPO, morto em uma troca de tiros com a PM, no bairro Tatuapé, em 27/02/1972,
ANTONIO C. N. CABRAL: Liderança da ALN, morto, após trocar tiros, junto com 2 comparsas, em ocorrência na Rua Zizi, bairro Barão Lins de Vasconcelos, RJ.
HIROSHI TORIGOE: Ex-membro da ALN, comandante do MOLIPO, chefe do assalto ao Banco Nacional, na Lapa, morto em 05/01/1972, no bairro de Sta Cecília, em troca de tiros com os agentes do DOI-CODI, onde um policial veio a óbito.
JOSÉ JULIO DE ARAÚJO: Membro do Partido Comunista e da ALN, treinou guerrilha, em Cuba, de 1961 a 1971. Morto por seguranças particulares durante um assalto na Rua Teodoro Sampaio, Pinheiros-SP, em 18/08/1972
LOURDES M. W. PONTES: Membro do PCBR, esposa de Paulo P. da Silva, planejador e executor do resgate de Theodomiro Romeiro dos Santos, que resultou na morte de um Sgt da FAB. Integrante do “grupo de fogo” do PCBR, morta em resistência à prisão, no bairro do Grajaú, em 26/12/1972
MARIA R. LOBO FIGUEIREDO: Casada com Raimundo Figueiredo, um dos autores do Atentado do Aeroporto de Guararapes, membro da AP, baleada durante resistência à prisão, com outros 2 guerrilheiros, no bairro do Quintino-RJ. Socorrida para o Hospital Central do Exército, não resistiu e veio à óbito em 29/03/1972
VALDIR SALES SABÓIA: Ex-Policial Militar, membro do PCBR, procurado por vários atos de terrorismo, morto no RJ em 29/12/1972, ao resistir a prisão fazendo uso, inclusive, de uma granada de mão contra os policiais.
Você deve estar se perguntando: Ué, Bolsonaro Opressor, cadê as vítimas do Ustra?
Pois é, eu te respondo. Essa postagem foi feita porque nosso “saudoso” presidente da OAB do RJ botou todas essas mortes na conta dele quando Bolsonaro fez a homenagem. Segue o print:


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Impasse deixa caso de Jair Bolsonaro no Conselho de Ética sem relator!

Impasse deixa caso de Jair Bolsonaro no Conselho de Ética sem relator!


O Conselho de Ética não conseguiu dar andamento nesta quarta-feira, 6, ao processo por quebra de decoro parlamentar contra o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ). O relator escolhido para o caso foi o deputado Wellington Roberto (PR-PB), que recusou a função alegando sobrecarga de atividade em virtude da campanha eleitoral na Paraíba. O deputado disse aos colegas de conselho que não votaria contra o colega.

Bolsonaro é alvo de representação do PV por ter dedicado seu voto a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff ao coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, reconhecido pela Justiça como torturador durante a ditadura militar. O PV pede sua cassação por apologia ao crime de tortura. Embora o prazo regimental de 90 dias úteis para o processo ser concluído já esteja em andamento, só na próxima semana haverá uma definição sobre a relatoria do caso.
No dia 28 de junho, o colegiado sorteou três titulares para relatar o processo, entre eles os petistas Zé Geraldo (PA) e Valmir Prascidelli (SP). Pela regra do conselho, não podem relatar o processo disciplinar deputados que são do mesmo Estado, do mesmo partido ou do bloco parlamentar do representado Pela configuração do conselho, só seis deputados do PT e do PR estavam aptos a relatar o caso. O presidente do conselho, José Carlos Araújo (PR-BA), sinalizou que não pretende dar a relatoria aos petistas e por isso vai ouvir a consultoria jurídica para decidir se faz o sorteio do terceiro nome ou se será obrigado a escolher entre os deputados do PT.
Prascidelli alegou que disputas partidárias não podem nortear a escolha dos relatores no conselho e que não há impedimento regimental ou legal para que ele ou Zé Geraldo exerçam a função. "Vou buscar as condições regimentais para que esse sorteio seja mantido", avisou. 
O deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) saiu em defesa de Bolsonaro e disse que é inadmissível que um partido ataque o princípio da inviolabilidade do mandato parlamentar. "Eu respeito o Partido Verde, (mas) é uma excrescência um partido pensar que vai ter um ganho político, que vai em algum momento fazer um bem ao País ao tentar sacar contra a inviolabilidade do deputado no exercício do mandato", criticou. O petista Zé Geraldo reagiu ao discurso com ironia. "Como teve a tropa de choque de Cunha, agora tem aqui a tropa de choque do Bolsonaro", comentou.
Consulta
O conselho aprovou hoje um parecer que estabelece novas regras para a substituição de membros titulares e suplentes. Pela regra aprovada nesta tarde, o deputado que renunciar à vaga não poderá retornar ao colegiado enquanto durar o mandato de dois anos do grupo. A substituição se dará pelo suplente do mesmo partido e caberá ao líder da bancada indicar o substituto do suplente que for nomeado titular.
A consulta é apenas um entendimento do colegiado e não tem força de projeto de lei. A medida foi aprovada após uma série de mudanças na composição do conselho durante o processo disciplinar contra o deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). As alterações eram vistas como forma de garantir votos favoráveis a Cunha.

O deputado Laerte Bessa (PR-DF) fez uma questão de ordem na sessão desta tarde de quarta-feira, 6, argumentando que os petistas não poderiam ser relatores porque a direção do partido já defendeu a cassação de Bolsonaro, portanto não haveria imparcialidade dos parlamentares. "Observamos a total parcialidade dos membros do PT", afirmou.


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