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Manifestações fortalecem a campanha de Jair Bolsonaro a presidência em 2018!

Manifestações fortalecem a campanha de Jair Bolsonaro a presidência em 2018!

Nesse Domingo dia 31 de julho milhares de pessoas sairão as ruas a favor do impeachment de Dilma Rousseff e contra o PT.
E quem não podia faltar a essa manifestação era o Deputado Federal Jair Bolsonaro do (PSC), um dos poucos parlamentares aceitos nas manifestações.O deputado chegou à manifestação que aconteceu em Copacabana pouco antes do meio dia.
O político foi recebido pelos manifestantes como um pop-star e parou para fazer selfies, receber abraços e pedidos de queremos o MITO presidente do Brasil. Bolsonaro justificou sua presença na manifestação: "Vim porque sou cidadão. Acompanhe aqui todos os momentos do MITO na manifestação em Copacabana.

 Ainda teve o famoso chute no pixuleco acompanhe aqui :


 Jair Bolsonaro sendo entrevistado na manifestação:


As melhores lives de Jair Bolsonaro na Mega Manifestação de 31 de Julho:







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Ou Dilma renuncia antes da votação do impeachment, ou vai presa!

Ou Dilma renuncia antes da votação do impeachment, ou vai presa!

Ao tentar escapar da inevitável cadeia, a ex-presidente Dilma Roussef e seus asseclas na mídia amestrada pelo PT tentam vender a idéia de que Dilma não sabia de nada e de que o uso de caixa 2, que não é o caso da campanha presidencial de 2014, é prática generalizada de todos os Partidos.
A mensagem ao lado é de Dilma no seu Twitter.
Desta vez, ela não negou os pagamentos, mas disse quer não sabia de nada.
Ela foi acusada diretamente pelo seu marqueteiro, João Santana, que ontem disse ao juiz Sérgio Moro que a campanha da petista pagou R$ 4,5 milhões em dinheiro de propina, na sua conta secreta da Suiça. O depositante do dinheiro sujo, o empresário e lobista Zwi Skornicki, também falou ontem a tarde para Sérgio Moro e confirmou o pagamento. Ele disse que fez isto a pedido do tesoureiro da campanha de Dilma, João Vaccari Neto. Vaccari Neto igualmente ouvido pelo juiz federal, ficou clado.
João Santana e a mulher, Mônica Moura, fizerma pré-acordo de delação premiada, mas ainda não começaram a falar de verdade.

Ouça a delação de João Santana Completa:


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Os primeiros resultados de Temer assustam a esquerda e reverter o Impeachment virou missão impossível!

Os primeiros resultados de Temer assustam a esquerda e reverter o Impeachment virou missão impossível!

Decorridos 60 dias da posse, pesquisa revela que a população entendeu que, sim, tem gente em casa. Ou seja, depoisde muito tempo, há um governo


Uma pesquisa interna entregue pelo Ibope ao Palácio do Planalto, na última semana, fez transbordar o ânimo dos integrantes do governo de Michel Temer. Os dados, guardados a sete chaves pelo ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, revelam uma melhora em pelo menos parte dos índices. O parâmetro é a sondagem realizada pelo mesmo instituto no início deste mês, a pedido da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo o levantamento, a parcela da população que avalia o governo de Michel Temer como bom e ótimo subiu de 13 para 15%. Já entre os que consideram a gestão regular, o apoio passou de 35 para 39% dos brasileiros. A margem de erro é de dois pontos percentuais. O discreto, mas importante aumento na popularidade ocorreu na semana em que o peemedebista completou seu segundo mês no poder. Retrata os primeiros resultados positivos da gestão, depois de alguns percalços no início do mandato na seara política, que fizeram com que o presidente tivesse de promover mudanças pontuais na Esplanada dos Ministérios.




No balanço divulgado pelo próprio Planalto com as consideradas conquistas dos primeiros 60 dias, predomina o discurso de austeridade e a retórica de eficiência “para colocar o Brasil de volta aos trilhos do desenvolvimento econômico e social”. São citados como exemplo a aprovação da Lei das Estatais e a redução de nove ministérios com o congelamento de 4,3 mil cargos comissionados, que deve trazer uma economia de R$ 230 milhões anuais. O envio da Proposta de Emenda Constitucional que limita o aumento dos gastos públicos à inflação do ano anterior é outro ponto ressaltado. O governo trabalha para conseguir aprovar a PEC rapidamente, até outubro, mas a tendência é que leve mais tempo, uma vez que a medida precisa ser analisada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado.
Paralelamente, Temer comemorou a aprovação do aumento na meta de déficit fiscal de R$ 98 para R$ 170 bilhões, que seria o pior índice já observado no País desde 1997. Há ainda caminhos importantes a trilhar, como o envio ao Congresso de matérias que, embora mais impopulares, são determinantes para a realização do ajuste fiscal. A mais emblemática é a reforma da previdência, sobre a qual o governo e as centrais sindicais estão longe de chegar a um acordo. Postergada para o final do ano, ela estava inicialmente prevista para este mês, dado o crescente déficit da Previdência Social. Somente neste ano, o rombo das aposentadorias deve ultrapassar R$ 130 bilhões. Há também na lista de prioridades a proposta de reforma trabalhista, anunciada para atender ao clamor do setor empresarial. A defesa de mais terceirizações e de mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), entretanto, alarmou sindicalistas e os partidos, que devem evitar o assunto em ano eleitoral, deixando a discussão para depois da votação final do impeachment.
No campo social, houve o reajuste de 12,5% nos benefícios do Bolsa Família e a retomada da construção de 4,2 mil moradias do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. Investimentos de R$ 1,6 bilhão em educação e a criação de 75 mil novas vagas no FIES foram outros pontos comemorados no balanço do Planalto, bem como a retomada de obras na integração do Rio São Francisco. Embora representem impactos orçamentários significativos, as medidas são apresentadas pelo presidente Temer como fatores por trás dos índices de retomada de confiança do consumidor (10,7%), da indústria (7,5%), dos serviços (4,5%) e do comércio (10,7%). Segundo o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, são esses alguns dos sinais que possibilitarão ao Brasil atingir a meta de 4,5% de inflação em 2017, bem como outros índices estratégicos para a retomada do crescimento. É o que todos aqueles que não jogam contra o País anseiam.
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Procuradoria da República conclui que Dilma não cometeu crime! Ela vai voltar e demitir todo mundo

Procuradoria da República conclui que Dilma não cometeu crime! Ela vai voltar e demitir todo mundo


A Procuradoria da República no Distrito Federal analisou e entendeu que os atrasos em repasses do Tesouro Nacional para o BNDES, uma das “pedaladas” do governo Dilma Rousseff não foram empréstimos ilegais
O despacho do procurador Ivan Marx conclui que o procedimento aberto para apurar se houve crime por parte da equipe econômica será arquivado.
Marx também irá se manifestar se manifestar sobre outras supostas pedaladas (Plano Safra para o Banco do Brasil) – principal fundamento do processo de impeachment.
O procurador já adiantou: “Foi muito similar e, possivelmente, eu vá dizer que não existe crime”
Caso Dilma volte ao poder, grande parte da equipe de Temer que tomou posse será demitida. E lá se vão mais 6 meses somente com demissões e nomeações.

FONTE:http://www.diariodobrasil.org/procuradoria-da-republica-conclui-que-dilma-nao-cometeu-crime-ela-vai-voltar-e-demitir-todo-mundo/
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Urgente! Lula ordena a Maranhão em encontro secreto que faça o impeachment de Temer!FAÇA!

Urgente! Lula ordena a Maranhão em encontro secreto que faça o impeachment de Temer!FAÇA!

Ninguém sabia o teor do encontro secreto entre o presidente em exercício da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA) com o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva em São Paulo e embora o assunto discutido não tenha sido divulgado, surgem agora os efeitos dessa medonha aliança.
Nesta sexta-feira, o presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP), enviou ofício aos líderes dos blocos e partidos para que indiquem seus representantes na comissão que vai analisar o pedido de impeachment do presidente interino Michel Temer.
Quem certamente não gostou desta notícia é o presidente em exercício Michel Temer que foi pego de surpresa pela tempestiva decisão de Maranhão.
O pepista deu a informação em resposta ao deputado Glauber Braga (PSOL), que questionava o fato de a comissão especial não ter sido instalada porque os líderes partidários não tinham indicado seus representantes. De acordo com Maranhão, a comissão não “andou” por falta das indicações partidárias, e não de “inércia” da presidência da Casa.
O anúncio de Waldir Maranhão pegou os deputados de surpresa. “A decisão de Vossa Excelência vai na direção de dar um prazo ou de indicar os membros?”, indagou Miro Teixeira (Rede). “Estamos diante de um cenário complexo e, diante desse quadro com que o país está se defrontando, é bom o senhor fazer uma análise mais detalhada”, afirmou Danilo Forte (PSB).
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