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Pelo fim do preconceito contra Jair Bolsonaro e a Direita


Nascido em Campinas, Jair Bolsonaro é um militar da reserva e deputado federal. Está em sua sétima legislatura na Câmara dos Deputados do Brasil, eleito pelo Partido Progressista. Foi o deputado mais votado do estado do Rio de Janeiro nas eleições gerais de 2014.

Bolsonaro também foi titular da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional e da de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, além de ter sido suplente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados.
É pai de Carlos Bolsonaro, vereador no município do Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro, deputado estadual fluminense, ambos do PP e de Eduardo Bolsonaro, deputado federal paulista pelo PSC.

Jair Bolsonaro é conhecido por suas posições em defesa da família e do Estado Brasileiro. Suas bandeiras políticas são fortemente combatidas pelos partidos com posições adversas às suas.

Nas últimas eleições, em 2014, Jair Bolsonaro obteve cerca 464.565 votos sendo reeleito pelo Rio de Janeiro, como o mais votado do Estado.Em seu atual mandato, se destaca-se na luta pela proibição do chamado “Kit Gay” ( cartilhas destinadas às escolas do ensino fundamental) com forte viés de apologia ao homossexualismo e pela redução da maioridade penal.  Em seu mandato anterior, se destacou na luta pela aprovação da PEC300 a qualestabelece que a remuneração dos Policiais Militares dos estados não poderá ser inferior à da Polícia Militar do Distrito Federal, aplicando-se também aos integrantes do Corpo de Bombeiros Militar e aos inativos,e contra uma possível volta da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras).
Por alguma razão que me é difícil de compreender, o Brasil acreditou na lenda de que o regime militar foi de direita. Por conseguinte, a direita é sempre associada ao mal, à tortura e à repressão, carregando um ônus que definitivamente não é dela.
Eu desafio qualquer um a demonstrar – com base em argumento lógicos! – que a ditadura militar foi de direita. O problema, é que faço um desafio natimorto, afinal, é impossível traçar semelhante relação. Os militares foram todo o oposto daquilo que é o pensamento da direita. Aumentaram o tamanho do Estado, imprimiram dinheiro, multiplicaram a inflação e organizaram um intervencionismo sem precedentes. Sabem, meus caros, quem foi o maior criador de estatais da história do mundo? O Sr. Ernesto Geisel.
Diante disso, me apontem um traço de Adam Smith, de Von Mises, de Bastiat, ou de Ayn Rand no que vai acima. Onde está a liberalização da economia e o Estado mínimo? Onde estão, enfim, os traços concretos e verdadeiros de que o regime militar teria sido de direita? Pois é, não os há.
Mas é aquela velha história: uma mentira contada mil vezes, se torna verdade”, como bem lembrou Goebbels, um dos maiores ideólogos do nazismo. Ah, sim! Tem ainda o nazismo… O establishmenttupiniquim insiste em tratar o regime comandado por Hitler como algo de direita, apesar das enormes evidências em contrário. De novo: a economia na Alemanha nazista era liberal? Não! Foram conduzidas privatizações? Não! O tamanho do Estado foi reduzido? Não!
Isso pra não mencionar que nazismo é o – como direi? – “apelido carinhoso” de Nacional-Socialismo. Ou seja, Hitler é ideologicamente mais próximo a Marx, que à Escola Austríaca. Por favor, não acreditem em mim! Acreditem nele, Hitler: segundo o genocida, Lênin era um herói; um modelo; uma inspiração…
“Ah, mas o nazismo, assim como o regime militar brasileiro, foi violento. E se tem violência, é de direita!” Pois é… Eis a síntese do – vá lá… – raciocínio de boa parte da academia brasileira. Basta ter a coluna ereta e conhecer um punhado de livros clássicos, para saber que semelhante construção não guarda qualquer relação com a realidade. Mas, ainda que se aceitasse fazer o que chamo de “disputa de cadáveres”, convenhamos: a pilha de mortos construída pelas esquerdas ao longo da história humana é infinitamente superior. Stalin, Mao e Pol-Pot, só para citar alguns, fazem Hitler parecer apenas um vegetariano travesso… Isso pra não mencionar Cuba, aquele paraíso na terra, fruto do socialismo, de onde os cidadãos tentam fugir até mesmo improvisando balsas feitas com portas de geladeiras velhas!
E apesar de prometer um “outro mundo possível” do alto de mais de 150 milhões de mortos, a esquerda segue sendo a mais desejada pelos políticos brasileiros. O Brasil, aliás, conseguiu inovar até nisso: nunca antes na história do mundo houve um país democrático que contasse apenas com partidos progressistas. Só aqui! A direita, essa pobre coitada, continua sendo tratada com preconceito. Ninguém quer se reconhecer nela…
Colocando as coisas em perspectiva e analisando o conjunto dos eventos históricos, fica fácil compreender: num país historicamente formado a partir de clientelismo rasteiro e interesses pessoais atrelados ao Estado, não poderia mesmo haver espaço para um discurso liberal, que advogasse o individualismo, a meritocracia e as liberdades. Em outras palavras, podemos dizer que os deputados não querem reduzir o tamanho do parlamento, porque estão preocupados apenas com os próprios bolsos. Ou, ainda, pode-se dizer que a empregada doméstica não quer trabalhar todo dia limpando a casa da patroa, pois pode ficar em casa recebendo bolsa-qualquer-coisa.
Não pretendo convencer ninguém de que a existência de uma direita política forte seria a solução para os problemas do Brasil, simplesmente porque os problemas do Brasil só serão resolvidos com a mudanças dos valores morais da sociedade. Isso tem menos a ver com partidos, do que com cultura, para nosso azar.
Uma coisa, porém, é inegável: não há na história da humanidade registro de nenhuma democracia vigorosa, em país desenvolvido, que não tenha contado com partidos de direita. Nos Estados Unidos, na Inglaterra, na Suécia, na Finlândia, na Espanha, na França, na Alemanha, no Japão e em mais uma miríade de nações, a defesa das bandeiras liberais sempre estiveram presentes – ora no governo, ora na oposição.
Não será o Brasil o primeiro país da história a conseguir alcançar um grau respeitável de amadurecimento democrático, assentando sua vida política na defesa de apenas um dos lados do espectro político. Pelo menos não é o que se tem visto até agora…
É preciso derrotar o preconceito contra a direita. Depois disso a gente pensa no preconceito contra os negros, as mulheres, os homossexuais, et caterva



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