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Confira a Entrevista de Jair Bolsonaro ao Panico da jovem Pan!


Militar da reserva e cumprindo seu sétimo mandato na Câmara dos Deputados, o político mais polêmico de todos os tempos, Jair Messias Bolsonaro, esteve no Pânico desta sexta-feira (08).
Com mais de três milhões de curtidas apenas na sua página do Facebook e com uma suposta pré-candidatura à Presidência de 2018, o parlamentar eleito pelo Partido Progressista acredita estar mais preparado do que os últimos líderes que o Brasil teve, Lula e Dilma Rousseff.
"Na mesma sala estou eu, Lula e Dilma. Aplica-se a prova do ENEM. Se eu não tiver uma nota maior que eles, então não estou preparado", disse ironicamente.
Para Jair, a liderança da nação se baseia em questões mais importantes que as polêmicas sobre homofobia e estupro comumente associadas a seu nome. "Vou responder sobre Agricultura. Perguntar por que o Brasil não tem Turismo. Alguém fica tranquilo na praia de Copacabana? Não fica!", afirmou.
Mais que isso, um dos pontos que Bolsonaro defende é a manutenção da violência. "Como resolver? É com lei rígida, é entupir a cadeia de vagabundo", acredita.
Kit gay
O debate sobre a comunidade LGBT, homossexualismo e homoafetividade tem sido um dos pontos fracos de Bolsonaro. Quase sempre envolvido em polêmicas sobre homofobia, o parlamentar fez questão de enfatizar que não tem problemas com isso. Apenas defende a educação sexual dentro de casa. Embora esse seja o discurso, ele preferiu não responder sobre como seria seu tratamento caso tivesse um filho gay.
Para tanto, destaca-se o debate sobre a distribuição dos kits gays nas escolas. "Como um material dito didático, de cenas de meninas se beijando, pode chegar nas escolas para crianças de seis anos de idade?", perguntou.
Caso Maria do Rosário e estupro
Em 2014, na Câmara e em entrevista, o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) afirmou que Maria do Rosário (PT-RS) não merecia ser estuprada, por ser considerada feia.
A afirmação do político ganhou projeção nacional e Bolsonaro foi denunciado pela Procuradoria Geral da República por incitar a prática do estupro.
A discussão entre Rosário e Bolsonaro é enxergada pelo parlamentar como apenas uma explosão. "Entrei em muitos debates na Câmara e explodi algumas vezes. Como foi o caso da Maria do Rosário", explicou.
Para o militar, a deputada do Rio Grande do Sul perdeu a razão dos argumentos. "Numa brincadeira, você pode me xingar do que você quiser. Mas na Câmara, com todo mundo me filmando, não".
E mais: "me xingar de estuprador foi para tentar me tirar do sério. A reação que eu tive foi uma retorção".
Ao ser questionado sobre se a castração química seria uma prática retrógrada e medieval, o parlamentar mitou: "pergunte à estuprada qual a opinião dela".
Veja a entrevista na Integra:


fonte :Jovem Pan


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